a importância dos encontros

Tudo o que um imigrante tem é saudade dos amigos.

As vezes você da graças à Deus por estar longe das pessoas que você conhece e principalmente das que conhecem você, mas depois de um ano e meio no Canadá eu pude voltar ao Brasil e rever inúmeros amigos e amigas e estar com eles nesses momentos foi a melhor coisa que poderia ter acontecido na minha vida enquanto eu estava no Brasil durante os 30 dias de Outubro.

“Pessoas são importantes e nós só
prestamos atenção nisso quando deixamos de tê-las.”

Encontros são importantes e mudam nossas vidas. Afinal, é só nesse momento que podemos escutar, olhar no olho, sentir o cheio… de quem a gente ama e sente saudades. Ok, as chamadas de vídeo são incríveis, mas confesso que odeio todas elas pois eu não estou presente e sinto que aquela pessoa também não está. Uma reunião de trabalho online funciona muito melhor do que um chamada de vídeo pra falar da vida… E por essas e outras que prefiro mandar áudios e fotos cagando para os amigos do que fazer uma ligação de vídeo onde ninguém vai estar 100% presente pois tem algo a mais para cumprir naquele dia.

Passei 30 dias no Brasil e pra isso acontecer tive que abrir minha agenda para que esses dias pudessem se pagar e esse foi meu único arrependimento durante essa temporada. Fechei agenda completa no Brasil a ponto de não ter tempo livre para ir pra praia ou pra dormir na casa de outros amigos e perder a noção do tempo…

“Tudo o que nós temos é tempo e nós precisamos vender nosso tempo para ganhar tempo e então viver aquilo que desejamos viver?”

Já era tarde quando percebi que não tinha mais tempo para ver todo mundo que eu queria ver e muito menos tempo para ir nos lugares que eu realmente gostaria. Nesse entendimento, eu consegui ressignificar a Selfie na minha vida. Sempre achei “cringe”fazer selfie com as pessoas, mas quando você fica sem elas você entende que ser cringe é bom demais. Fiz poucas selfies, deveria ter feito muito mais.

Todas essas fotos foram de encontros aos quais eu estava 100% presente. Sem prestar atenção no tempo, sem pressa pra falar, sem vontade de ir embora… A gente só presta atenção na importância das coisas/pessoas quando não temos mais elas e agora eu posso afirmar que entendi o poder e a real importância dos encontros. Obrigado amigos e amigas, vocês são incríveis.

No meu próximo retorno ao Brasil, fecharei a agenda com encontros e viagens com meus melhores amigos e não apenas com clientes. (:

VOO CANCELADO E FOTOS EM HALIFAX

A caminho de Amsterdam parei para fazer uma Conexão em Amsterdam. Uma conexão longa, exatas 16 horas de conexão as quais eu pensei: Vou até o centro da cidade tomar um café e claro, fazer umas fotos… Pensei muito e acabei ficando no Aeroporto e fazendo algumas fotos com a minha câmera de bolso.

O dia passou de forma BEM LENTA e quando chegou a hora da embarcar, a grande notícia: VOO CANCELADO. hahahahahahhahahaha

Conferi o horário do primeiro ônibus até o centro da cidade e dava tempo de dormir umas 5 nos bancos do aeroporto. Dormi, acordei e fui viver o que a cidade podia me oferecer, afinal… O próximo voo iria acontecer só 24h depois do voo cancelado.

Triste? Sim, pois queria estar em Amsterdam, mas também fiquei feliz pois pude conhecer mais de Halifax e sentir a maresia, coisa a qual fazia muito tempo que eu não sentia… (:

Fotos legais e vídeos ainda mais legais, assista:

Claro que teve um POV desse dia também.

TABELAS

Eu gosto das tabelas de basquete e é por isso que eu faço fotos de tabelas de basquete. Se eu não gostasse, eu não faria… Talvez nem olharia pra elas. Mas eu gosto e gosto muito, por isso sempre faço fotos das tabelas de basquete que encontro por ai e como disse, gosto muito de fotografar e gosto muito das fotos que faço das tabelas de basquete. (:

100mm

TTArtisan me enviou essa lente para testar.
Sai pra fotografar uma rua que gosto muito aqui da cidade e até que consegui um resultado legal, por mais difícil que tenha sido fotografar com uma lente 100% manual e principalmente por ser uma lente “mega close”… Afinal, estou acostumado com a minha lente do dia a dia (15-35mm), e consigo enxergar o mundo de uma forma muito mais fácil e rápido com ela. Um mega exercício para enxergar o mundo de uma forma diferente, principalmente com uma 100mm. Depois de 45 minutos fotografando eu confesso que até consigo fotografar com ela mais vez, vamos ver. (:

NOVO RETRATO

A foto que eu estava usando na web, como “retrato oficial”, foi feita em Novembro de 2024, pelo meu filho Mark Franzen. Claro que tenho um vlog sobre isso. (:

Eu usava essa foto acima. Gostava muito dela e da ideia da mesma querendo viver o “analógico”, filmando tudo igual alguns retratos que meu pai mesmo fazia dele… Mas gostava mesmo pois é um retrato segurando a primeira câmera digital do meu pai e com ela, meu pai sustentou nossa casa durante anos quando tinha seu jornal em uma cidade do interior que vivemos. Além disso tudo, o retrato foi feito pelo meu filho. Então sim, a fotografia em questão era e ainda é, muito importante pra mim. As fotos foram feitas em casa, na parede da sala quando a mesma ainda estava vazia e nosso mini sofá existia... Mas de alguma forma a fotografia já não me representava tanto. Ela foi importante naquele momento, mas já não transmitia quem eu sou hoje ou no final das contas eu só queria um retrato novo mesmo. hahahahah

Juntei algumas referências visuais com a camcorder, uma fita gaffer e pedi pra Pri me fotografar.

Fotos feitas depois da meia noite e claro, na parede de casa… mas dessa vez em nosso quarto que ainda continua vazio e sem quadros (em breve a gente manda imprimir muitas fotos pra deixar a casa lotada de quadros, aguardem). A ideia era bem simples (grudar uma câmera na cara), a sessão durou exatos 35 minutos e eu acredito que consegui criar a nova referência visual que eu tanto desejo ter. Afinal, essa fotografia é exatamente como eu quero que as pessoas me vejam.

O melhor disso é: cada um me verá de uma forma completamente diferente e claro, fará uma leitura com base nas suas experiências, referências e filosofias… Sendo assim, a forma como eu quero que as pessoas me vejam é múltipla e isso, de alguma forma, me alegra. (:

Priscila fotografando, 35 minutos de sessão e um total de 500 fotos para escolhermos UMA a qual será a fotografia do meu uso “oficial” na web. Tudo isso para criar uma foto que é a forma como as pessoas “devem” me ver e reconhecer na web.

Eu posso descrever a fotografia e com esse descritivo sei que você julgará a foto de uma forma diferente a qual você já julgou. Por isso não deixarei descritivo nenhum sobre a mesma. Acredito que você deve fazer sua leitura e julgamento, mas é livre para não fazer também. (:

Abaixo outras versões da sessão.

Essas foram algumas tentativas e até mesmo uma replica de fotos que eu já usei mas que na minha perspectiva atual, não fazem muito sentido serem usadas da mesma forma. Por isso, fizemos muitas fotos com a camcorder colada na cara para trazer a nova linguagem. Uma versão Ricardo Franzen Camcorder Man. (:

Quanto tempo esse novo retrato vai durar?

Espero que bastante tempo a ponto de eu esquecer que ainda uso ele, pois o mesmo resumo e explica perfeitamente quem eu sou hoje e toda a filosofia que estou tentando pregar. (:

Abaixo o vlog onde a sessão de fotos acontece. (:

o que fotografar em um desfile de rua?

O clássico de um desfile é fotografar o desfile mas eu nunca gostei da ideia de fotografar apenas o que todo mundo está vendo e na minha perspectiva como fotógrafo, essa é a verdadeira fotografia de rua. Fotografar aquilo que muitos não percebem ou até mesmo não querem perceber…E pensando no desfile, eu gosto de ver as pessoas. Minha fotografia é 100% sobre pessoas e eu gosto de olhar para a plateia que está ali prestigiando o desfile. Até mesmo porque eu cheguei em cima da hora para o desfile em si pois fui tomar um café e fiquei conversando com os baristas do meu café favorito aqui em Calgary. Cheguei praticamente na hora em que estava começando e acabei não tendo um lugar exato e nem uma lente ultra zoom para fotografar o desfile. Então nessa falta de lugar e só com uma lente 15-35mm, eu pensei: o que realmente importa aqui e o que eu quero fotografar hoje?

  • Eu já havia fotografado um desfile no CANADA DAY na cidade de Canmore e o mesmo foi muito bom pois fiquei bem a frente da rua e ninguém estava na minha frente. Fotografei muito bem todo o desfile e foi muito legal… Fiz isso também pois era o primeiro desfile que meus filhos foram assistir aqui no Canada.

Bom, eu estava sozinho, atrás de todo mundo que estava assistindo só conseguia ver os chapéus e eu amei essa ideia. Vou fotografar as pessoas assistindo esse desfile, vou fotografar o que eu vejo e o que eu vejo são pessoas, chapéus, crianças nas costas dos seus pais…

A fotografia de rua é sobre aquilo que você quiser ver. Nesse dia eu vi muito pouco do desfile, mas vi as pessoas desfilando de outra forma, além de enxergar beleza para o lado que ninguém estava olhando.

Fotos feitas com Canon R5 C + RF 15-35mm F/2.8.

Tem vídeo POV sobre esse dia.

fotografando CANADA DAY

Confesso que estou começando a me sentir em casa aqui no Canadá. Cada dia que passa eu conheço mais a cidade em que vivemos hoje, conheço mais as pessoas, os cafés, os lugares, os caminhos… E isso tem me feito um bem danado, confesso. Além disso tudo, tenho buscando conhecer mais da cultura local, de como o Canadense pensa, o que ele faz, vive…

No dia 01 de Julho é o CANADA DAY e acontecem muitos eventos em todo o Canadá, afinal é o dia do Canadá e eles saem para comemorar com força. É como se fosse o dia da independência do Brasil, mas percebi que por aqui esse patriotismo vai muito além de defender políticos ou um lado da moeda. É literalmente para defender a liberdade, a cultura e claro, o Canadá. É bonito de ver e talvez seja bem próximo do que é o 04 de Julho nos Estados Unidos.

E já que eu moro pertinho das montanhas e em uma cidade próxima, Canmore, acontece um mini desfile em homenagem ao CANADA DAY, levei as crianças para viver esse dia, conhecer mais da cultura, da liberdade e claro, fotografar tudo o que a gente podia. (:

Essas são algumas fotos que eu fiz nesse dia.

Fotos da Emma Franzen.

Emma é metralhadora demais. haha (:

Agora vejam as fotos do Mark que é muito mais sniper.

levei meus filhos para fotografar

A parte que eu mais gosto de fotografar com as crianças é o fato delas observarem um mundo completamente diferente do que nós observamos. Óbvio que todo mundo vai observar um mundo diferente, mas poder contemplar o que as crianças enxergam é sempre fascinante pra mim. Tudo aquilo que muitas vezes passa despercebido por nós, é 100% percebido por eles. Tudo aquilo que a gente não quis olhar, eles fazem questão de destacar. Isso é incrível.

Emma e Mark vocês já conhecem, mas dessa vez levamos nossa terceira filha para fotografar pela primeira vez. Ela nunca tinha feito isso antes, nem mesmo com celular ou iPad. Vicky é nossa sobrinha e usou uma câmera feita para crianças mesmo para criar essas fotos tão legais.

Claro que temos vídeo desse rolê todo. (:

Fotos feitas pelo meu fotógrafo preferido: Mark Franzen.

Gosto muito do olhar do Mark. Ele acaba sendo muito mais refinado no que escolhe olhar e fotografar as vezes até aponta a câmera, pensa e vê que o clique no vale a pena. Eu chamo ele sempre de sniper, por simplesmente fazer um click perfeitamente na maioria das vezes. Selecionar e editar suas fotos é sempre muito fácil.

Agora as fotos da Emma Franzen que ao contrário do Mark, faz fotos de TUDO. hehe (:

Cada dia que passa eu fico mais impressionado com a Emma. Ela não gostava desses rolês fotográficos mas aprendeu a gostar e tem feito umas fotos bem “adolescentes”. Essa evolução do seu olhar também é reflexo da evolução da sua mente e forma de ver o mundo. Ta legal demais de vivenciar isso.

E agora as fotos da nossa terceira filha Vicky Nightingale, que foi fotografar pela primeira vez na vida.

O mesmo lugar… Três câmeras, três crianças e três resultados completamente diferentes.

fotografia de rua com LENTE OREO - Retropia

Após muito tempo, voltei com a fotografia de rua em vídeo POV e voltei com a minha lente queridinha do momento, a lente bolacha OREO da Retropia. Na moral, essa lente é incrível e proporciona uma estética ABSURDA… Igualzinha a estética de uma câmera descartável. A vantagem é o preço. Uma câmera descartável é cara e a revelação da mesma é ainda mais cara. O bom da lente OREO (retropia), é o único investimento. Compra uma vez e vai ter sempre essa estética linda maravilhosa de uma câmera descartável. (:

Você pode comprar a lente clicando aqui e use o cupom: RICK95239
Mas lembre-se, essa lente não funciona em câmeras DSLR, somente em câmeras MIRRORLESS.

E como eu disse no começo, voltei com os POV's. Então tome vídeo:

LENTE NOVA - Retropia Lens

Comprei uma lente nova.

É uma lente de brinquedo praticamente, ela tem o formato de uma Bolacha OREO e entrega absolutamente nada de qualidade mas claro, ela entrega VIBES. A vibe que uma câmera descartável entrega e isso é incrivelmente INCRÍVEL.

A lente equivale a uma lente 32mm.
Não tem foco, mas começa a focar bem a partir de 2 metros de distância.
E tem abertura f/10.

De verdade: É INCRÍVEL.

Além das fotos tem um vídeo sobre:

CORES

Era folga da Pri e a gente saiu tomar um café no centro da cidade. Como sempre, levei a câmeras de bolso, a câmera grande, a câmera de vlog e fui registrando tudo o que tinha a minha frente. Até me deparar com as cores. Elas gritavam aos meus olhos e gritavam muito. que delícia poder olhar para as cores depois de um inverno tão longo. Eu sei que faz tempo que o inverno terminou, mas sempre que possível eu continuo olhando para as cores e admirando todas as informações que existem nelas. (:

VÁ FOTOGRAFAR

Existem coisas que nos deixam vivos e uma das coisas que me deixa vivo a qual eu me sinto útil de verdade é fotografar. A fotografia foi minha principal profissão na vida durante 14 anos. Sustentei minha casa, meus filhos, minha família e todos os meus sonhos com a fotografia. Fotografando pessoas e contando a história delas. A fotografia foi uma razão pela qual valia a pena viver, a fotografia foi o motivo de continuar acreditando na vida e em todos os nossos sonhos.

Hoje eu não atendo muito clientes e nem vivo a correria que vivia quando estava no Brasil fotografando vários ensaios por dia e produzindo ensaios maiores para marcas… Eu vivo em um mar calmo depois de ter vivido em um mar bem agressivo, o qual me me ensinou a navegar muito bem.

Sair fotografar é um ato de coragem e quando eu faço isso com meus filhos (pois fiz isso muito com vários amigos e inscritos do canal em Curitiba), me sinto vivo novamente. Fotografar é parte do meu viver, parte do meu acreditar que a vida vale a pena. Fotografar é um ato de coragem pra mim, afinal é dessa forma que eu consigo contar a minha história, é dessa forma que eu consigo pintar o mundo que estou vivendo e vendo. É fotografando que eu tenho coragem de continuar a viver.

Todos nós temos algo que nos faz estar vivos, algo a qual a gente se sinta vivo fazendo, se sinta útil e completamente pertencente daquele ato de criar e fazer. Se você é um ser humano criativo e sim você é um, você precisa encontrar algo que te impulsione a continuar vivendo. Algo pelo qual vale a pena viver. A nossa própria vida pode ser isso, mas nem sempre ela é suficiente pois precisamos de algo palpável, algo a qual possamos deixar a nossa marca no mundo… Mesmo que ninguém veja essa marca, nós sabemos que essa marca existe. Nós sabemos que fomos nós que fizemos e isso é importante para nós, para o nosso ego que precisa ser regado com calma e sabedoria.

Sair fotografar com as kids é algo que está virando parte das nossas tradições de família. Eu não tive muitas com meus pais, mas entendo a grande importância das tradições existirem e quero colocar isso cada vez mais forte na minha vida e na vida dos meus filhos. E a ideia é simples mas na minha perspectiva é sensacional: Fotografar uma vez por semana em um lugar diferente para que possamos conhecer cada vez mais a cidade e tudo o que ela pode entregar para nós. Assim nunca caímos na rotina da mesmice de não saber o que fotografar por estar sempre no mesmo lugar e não querer repetir fotografias e claro, damos a oportunidade para a vida nos surpreender com criatividades diferentes, cenários diferentes, pessoas diferentes, cheiros e coisas diferentes também…

E por me sentir vivo fotografando e essa já ser uma grande tradição da Família Franzen, esse é o resultado da última saída fotográfica que fizemos juntos. (:

Essas foram as fotos que eu, Ricardo Franzen, fiz:

Mark tem me surpreendido e muito com as fotos que ele faz e com a forma como ele enxerga o mundo com uma câmera… Essas são as fotos do Mark Franzen:

A Emma ama cada vez mais o rolê e isso tem me animado a continuar com a nossa tradição fotográfica da Família Franzen. As fotos que ela faz são bem divertidas e ela não liga nem um pouco o que vão pensar sobre o que ela está vendo e fotografando. Essas são as fotos da Emma Franzen:

Como sempre, tem vídeo sobre esse rolê também. (:

fotografando com meus filhos

Sair para fotografa com meus filhos virou rotina quando estávamos no Verão e Outono... No mínimo, uma vez por semana saíamos para fotografar antes do inverno chegar. O inverno chegou, passamos mais tempo em casa do que lá fora mas ele já passou, agora estamos na primavera e essas saídas fotográficas aqui pelo nosso bairro estão voltando com força. Nada melhor do que andar e fotografar sem se preocupar com o tempo ou com o resultado das fotos que você está fazendo. Apenas fotografar aquilo que te chama atenção e te faz bem.

Emma recentemente ganhou uma câmera de brinquedo mas já está louca para ter uma câmera de verdade igual a que a Mark comprou com o dinheiro dele. Mark economizou a grana das vendas das latinhas e comprou uma Fujifilm Finepix por 51 dólares. Essa câmera da Emma custou 3 dólares. Compramos as câmeras literalmente em uma grande oportunidade que apareceu em uma loja de usados que sempre vamos para garimpar e sem pensar duas vezes, compramos as duas câmeras. (:

Abaixo você vê as fotos de Ricardo Franzen feitas com Nikon Coolpix S550.

Agora as fotos do Mark Franzen feitas com Fujifilm Finepix S8600.

E as fotos feitas pela Emma Franzen com a KidiZoom. Em breve um vídeo com essa câmera.

Óbvio que as crianças fotografaram bem menos, afinal chegamos em um parquinho e ali acabou o momento fotografar para elas. Mesmo assim, só o fato de sair para fotografar com eles é incrível. Completamente incrível.

Quer um conselho pra vida? Coloca isso na tua rotina da semana.
Vá fotografar e veja sua vida melhorar. (:

CAMINHOS EM PRETO E BRANCO

Tudo é caminho, basta você querer trilhar.

CAMINHOS é uma série fotográfica a qual tenho idealizado desde o início de 2025. A ideia dessa série é fotografar tudo o que é caminho e até mesmo o que não é, mas acabou se tornando pois alguém fez ser caminho. Coloquei o filme Ilford HP5 no final de Janeiro 2025 e finalizei o mesmo no final de Março 2025. Foram três meses registando alguns caminhos pelos quais eu passei, percebi, criei… Existem caminhos que foram registrados que nunca mais serão vistos da mesma forma.

Fotos feitas com Canon Rebel 2000 e lente Canon 28-80mm (lente do kit).