NEW BIKE

Agora podemos dizer que o verão finalmente começou por aqui. Por mais que ainda seja primavera, agora com a nova bike da Priscila, a gente vai aproveitar muito mais. Quero viver esse verão a ponto de esquecer que tenho um carro. haha (:

ainda ta frio, mas estamos vivendo como se o frio não existisse e foda-se.

life is good.

Ace Pro 2 está me fazendo fotografar mais

Faz algum tempo que eu não sei o que é sair de casa para fazer uma fotografia de rua… até fiz enquanto estava na Europa, mas não sei mais o que é sair de casa com vontade de fotografar, afinal depois de muito conteúdo criado em cima disso, parece que a fotografia de rua se tornou um peso na minha vida.

Peso o qual essa nova câmera que a Insta360 me enviou tem tirado de mim aos poucos… Ela é simples, pequena, prática, não tem precisa pensar muito e tem “tudo em foco” com um braço bem esticado de distância. Além dos filtros/presets já prontos dela. Estou usando apenas o Leica B&W e porra, to achando animal essa perspectiva Linear em 4:3 que a câmera entrega.

Eu amo fotografar, mas a fotografia de rua estava bem distante de mim… bom, talvez ela esteja se aproximando novamente. (:

To gostando e muito de usar essa câmera pra fotografar. Pra filmar achei uma grande de uma bosta (preciso testar mais), mas para as fotos do dia a dia, tá incrível. Tem grandes chances dela se tornar minha nova câmera de bolso, isso se já não for… O problema é que em um dos bolsos já tem uma DJI ACTION, na mão levo sempre a R5C e agora no outro bolso a Ace Pro 2. hahahaha

As fotos a seguir são de um rolê até Downtown para tomar um café com o Mark, no final tem as fotos que ele fez também. (:

Abaixo as fotos feitas pelo Mark Franzen.

CAMINHOS - parte 2

Confesso que estou cansado de ir pro centro da cidade para encontrar alguma coisa para fotografar. A fotografia de rua é incrível e me ensina muito desde 2009, além de hoje ser um “rolê” que sempre faço ao lado meu filho, Mark Franzen. Mas a cidade em que vivemos aqui no Canadá, é pacata, razoavelmente pequena e o centro acaba sendo muito mais novo em suas estruturas, arquiteturas e por conta do inverno rigoroso, você não vê muitas pessoas na rua.

Eu gosto da fotografia de rua, das inúmeras pessoas, da arquitetura antiga, dos prédios velhos, das coisas acontecendo sem você conseguir controlar nada, do caos… mas por aqui acaba sendo muito diferente. Isso me incomoda muito, a ponto de querer fotografar paisagens, montanhas, parques e coisas bonitas, pois o Canadá tem um beleza natural absurda, a qual é muito difícil ser ignorada e claro, eu não aguento mais fotografar as mesmas coisas no mesmo centro da cidade…

Em 2024, essa “raiva” pela fotografia de rua a qual parece ser fake por aqui… me levou a criar um projeto fotográfico, chamado: CAMINHOS.

É claro que esse projeto tem toda a minha linha do Caos da fotografia de rua, mas sem um caos explicito, sem fotos tortas, sem pessoas, sem movimento… Porém, com movimento, com pessoas que não estão mais ali, mas que por ali passaram. Esse projeto nasceu no inverno 2024-2025 com o intuito de registar os caminhos pelos quais eu passei e/ou vi no meu caminho diário.

Em busca de encontrar e enxergar novos caminhos, sai fotografar pelo bairro e no parque que fica ao lado de casa e esses foram os caminhos que fotografei para dar continuidade no Projeto.

VOO CANCELADO E FOTOS EM HALIFAX

A caminho de Amsterdam parei para fazer uma Conexão em Amsterdam. Uma conexão longa, exatas 16 horas de conexão as quais eu pensei: Vou até o centro da cidade tomar um café e claro, fazer umas fotos… Pensei muito e acabei ficando no Aeroporto e fazendo algumas fotos com a minha câmera de bolso.

O dia passou de forma BEM LENTA e quando chegou a hora da embarcar, a grande notícia: VOO CANCELADO. hahahahahahhahahaha

Conferi o horário do primeiro ônibus até o centro da cidade e dava tempo de dormir umas 5 nos bancos do aeroporto. Dormi, acordei e fui viver o que a cidade podia me oferecer, afinal… O próximo voo iria acontecer só 24h depois do voo cancelado.

Triste? Sim, pois queria estar em Amsterdam, mas também fiquei feliz pois pude conhecer mais de Halifax e sentir a maresia, coisa a qual fazia muito tempo que eu não sentia… (:

Fotos legais e vídeos ainda mais legais, assista:

Claro que teve um POV desse dia também.

100mm

TTArtisan me enviou essa lente para testar.
Sai pra fotografar uma rua que gosto muito aqui da cidade e até que consegui um resultado legal, por mais difícil que tenha sido fotografar com uma lente 100% manual e principalmente por ser uma lente “mega close”… Afinal, estou acostumado com a minha lente do dia a dia (15-35mm), e consigo enxergar o mundo de uma forma muito mais fácil e rápido com ela. Um mega exercício para enxergar o mundo de uma forma diferente, principalmente com uma 100mm. Depois de 45 minutos fotografando eu confesso que até consigo fotografar com ela mais vez, vamos ver. (:

NOVO RETRATO

A foto que eu estava usando na web, como “retrato oficial”, foi feita em Novembro de 2024, pelo meu filho Mark Franzen. Claro que tenho um vlog sobre isso. (:

Eu usava essa foto acima. Gostava muito dela e da ideia da mesma querendo viver o “analógico”, filmando tudo igual alguns retratos que meu pai mesmo fazia dele… Mas gostava mesmo pois é um retrato segurando a primeira câmera digital do meu pai e com ela, meu pai sustentou nossa casa durante anos quando tinha seu jornal em uma cidade do interior que vivemos. Além disso tudo, o retrato foi feito pelo meu filho. Então sim, a fotografia em questão era e ainda é, muito importante pra mim. As fotos foram feitas em casa, na parede da sala quando a mesma ainda estava vazia e nosso mini sofá existia... Mas de alguma forma a fotografia já não me representava tanto. Ela foi importante naquele momento, mas já não transmitia quem eu sou hoje ou no final das contas eu só queria um retrato novo mesmo. hahahahah

Juntei algumas referências visuais com a camcorder, uma fita gaffer e pedi pra Pri me fotografar.

Fotos feitas depois da meia noite e claro, na parede de casa… mas dessa vez em nosso quarto que ainda continua vazio e sem quadros (em breve a gente manda imprimir muitas fotos pra deixar a casa lotada de quadros, aguardem). A ideia era bem simples (grudar uma câmera na cara), a sessão durou exatos 35 minutos e eu acredito que consegui criar a nova referência visual que eu tanto desejo ter. Afinal, essa fotografia é exatamente como eu quero que as pessoas me vejam.

O melhor disso é: cada um me verá de uma forma completamente diferente e claro, fará uma leitura com base nas suas experiências, referências e filosofias… Sendo assim, a forma como eu quero que as pessoas me vejam é múltipla e isso, de alguma forma, me alegra. (:

Priscila fotografando, 35 minutos de sessão e um total de 500 fotos para escolhermos UMA a qual será a fotografia do meu uso “oficial” na web. Tudo isso para criar uma foto que é a forma como as pessoas “devem” me ver e reconhecer na web.

Eu posso descrever a fotografia e com esse descritivo sei que você julgará a foto de uma forma diferente a qual você já julgou. Por isso não deixarei descritivo nenhum sobre a mesma. Acredito que você deve fazer sua leitura e julgamento, mas é livre para não fazer também. (:

Abaixo outras versões da sessão.

Essas foram algumas tentativas e até mesmo uma replica de fotos que eu já usei mas que na minha perspectiva atual, não fazem muito sentido serem usadas da mesma forma. Por isso, fizemos muitas fotos com a camcorder colada na cara para trazer a nova linguagem. Uma versão Ricardo Franzen Camcorder Man. (:

Quanto tempo esse novo retrato vai durar?

Espero que bastante tempo a ponto de eu esquecer que ainda uso ele, pois o mesmo resumo e explica perfeitamente quem eu sou hoje e toda a filosofia que estou tentando pregar. (:

Abaixo o vlog onde a sessão de fotos acontece. (: